Apesar de admitir que seus pagamentos eram feitos por Queiroz, ele garante que não fazia parte do esquema ilegal. Segundo ele, o dinheiro era dele e nada tinha a ver com depósitos de outros assessores do gabinete na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) na conta de Queiroz.
“Pode ser que, por ventura eu tenha mandado, sim, o Queiroz pagar uma conta minha. Eu pego dinheiro meu, dou para ele, ele vai ao banco e paga para mim”, afirmou e continuou. “Não tem ilegalidade. A origem dos recursos é toda lícita. Tenho uma vida simples para caramba. Não esbanjo nada”.
Redação: Varela Notícias
