Segundo o delegado responsável pelo caso, Igor Dalmy Moreira, a família da vítima trabalhava na fazenda do suspeito desde abril de 2021. De lá para cá, a investigação afirma que o homem levava a criança para sua casa, onde exibia vídeos pornográficos e se masturbava na frente dela.
“A criança passou dias reclamando de dores na virilha e no bumbum e precisou receber atendimento médico. Quatro dias depois, ainda estava com lesões corporais decorrentes do ato”, disse o delegado em entrevista ao portal Metrópoles.
No dia seguinte ao estupro, o fazendeiro demitiu a família. Ele ficará à disposição da Justiça em um presídio da região.
